Ela quer criar cenários que se transformem em uma espécie de abrigo para quem está assistindo. É verdade que há sangue, violência, sexo e um indefectível assassino, mas o suspense convencional não é o fio condutor. É uma disputa entre mulheres de gerações diferentes, confrontando duas maneiras de entender o cinema e duas formas de lidar com o desejo. "Acampamento Miasma" não quer contar uma história de terror. Sua Billy parece saber que é personagem, atriz, memória e fantasia ao mesmo tempo.