O problema é que tratamos esse futuro como uma promessa permanente. Hoje, porém, talvez estejamos diante de uma oportunidade diferente: não apenas participar da transição para uma nova economia global mas também ajudar a defini-la. Temos biodiversidade, conhecimento científico, centros de pesquisa, empreendedores, capacidade produtiva e uma das maiores oportunidades de inovação baseada na natureza do planeta. Uma economia em que impacto deixa de ser consequência e passa a fazer parte da estratégia de competitividade. O desafio do Brasil é construir mecanismos capazes de reconectar esse triângulo, aproximando soluções, mercado e capital.