A operação contra Cutrim foi solicitada pela Polícia Federal e recebeu parecer favorável da Procuradoria-Geral da República antes de ser autorizada por Moraes. Segundo investigação conduzida por Moraes, Cutrim teria fornecido informações publicadas em reportagens no ano passado sobre o uso de veículos oficiais por Dino no Maranhão. A identificação de Cutrim como fonte ocorreu após extração de mensagens do celular do jornalista Luís Pablo, que havia sido alvo de busca e apreensão ordenada por Moraes em março. “A defesa registra sua preocupação técnica quanto à exposição de alguém na condição de fonte jornalística, garantia diretamente vinculada ao sigilo da fonte assegurado pelo art. “É óbvio que a busca e apreensão contra a fonte de jornalistas apenas é possível por meio de pesca probatória operada contra o jornalismo.