Após o recorde de 49,1 milhões de toneladas no ano passado, as vendas internas de fertilizantes devem recuar para 46,7 milhões neste ano, uma queda de 5%. O analista inclui ainda entre as causas da desaceleração do consumo a queda nas receitas do produtor neste ano. Em junho, a tonelada de fertilizante custava 26% a mais do que há um ano, sendo negociada a US$ 441,4. Apesar dessa queda, os gastos com as compras externas subiram para US$ 8,8 bilhões, 7,3% a mais do que em 2025. As empresas colocaram 15,5 milhões de toneladas de janeiro a maio no mercado, 2,2% menos do que em igual período de 2025.