A sentença foi dada por Wagner Moura, sem nenhuma hesitação, numa conversa com o jornalista Pedro Bial. Não é novidade que personalidades da esquerda tenham apontado que a truculência passou a fazer parte do modus operandi de alguns de seus setores —ainda que seus militantes jurem que isso não acontece. O que é absolutamente novo é que Wagner Moura esteja vivo, que não tenha sofrido um único arranhão com a declaração. Além da própria verdade, o alvo virou qualquer reflexão, obra ou conduta que fuja da cartilha ideológica carimbada, seja ela chancelada pela direita ou pela esquerda. O ator passou incólume porque a patrulha não é boba e sabe com quem pode ou não mexer.