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Diagnstico no salvo-conduto moral
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Folha de S.Paulo - Em cima da hora - Principal
Ela, porém, justifica o destempero dizendo que é preciso compreender a violência, uma vez que o homem havia entrado em crise, algo que seria inerente à condição neurológica dele.
Nesses locais, autistas e pessoas com outras neurodivergências podem se organizar para fazer interações de forma mais tranquila.
Uma pessoa com deficiência pode ser, igual a qualquer outro vivente, oportunista, mau-caráter, farsante, violenta, larápia, enganadora, grosseira e demais adjetivos desabonadores.
É espinhoso parecer jogar contra o meu próprio time, mas não dá para defender posturas questionáveis a respeito de um jeito de ser.
Labutar pela humanização de pessoas com deficiência, por mudanças na forma como são vistas, aceitas e acolhidas, é também ter liberdade de criticá-las e observar posturas e demandas.