Cerca de 2,4 milhões de jovens afegãs estão sendo privadas do ensino secundário desde o retorno dos talibãs ao poder há cinco anos, estima a Unesco, que pediu nesta terça-feira (11) o fim das “discriminações” no país. Em 2026, o número de meninas afetadas aumentou em 200 mil em relação ao ano anterior. “Estas restrições fazem desaparecer duas décadas de avanços em termos de acesso à educação”, afirma. “As mulheres e meninas afegãs têm direito a aprender; é um direito humano fundamental. O Afeganistão é o único país do mundo em que o ensino médio e a educação universitária são estritamente proibidos para meninas e mulheres, recorda a organização.