Fachada do Studio Museum, no Harlem, em Nova York - Albert Vecerka/DivulgaçãoO edifício abriga, em meio ao caos cotidiano, o Studio Museum, uma espécie de meca da arte negra. O fim da segregação racial em relação ao direito ao voto, em 1965, não significou o fim das tensões raciais no país. Para a diretora, é um momento que se amarra ao presente. O jazz explode, ancorado em uma rota de clubes no bairro e em nomes como Duke Ellington. A experiência negra se torna central na literatura a partir de autores como Langston Hughes e Zora Neale Hurston.