Damasco | AFPUm tribunal da Síria condenou nesta terça-feira (11) o ditador deposto Bashar al-Assad à morte, à revelia, após considerá-lo culpado das acusações de crimes de guerra e crimes contra a humanidade cometidos durante a guerra civil do país. O tribunal considerou Najib, primo do líder deposto e preso em janeiro do ano passado, culpado de crimes que incluem assassinato, homicídio doloso de crianças menores de 15 anos e tortura que resultou em morte. Reportagem no NYT buscou entender o destino de 55 ex-líderes do regime que desapareceram quando Assad caiu. Segundo o jornal americano, houve festas de aniversário extravagantes para as filhas dos irmãos Assad em uma vila em Moscou e em um iate em Dubai. O ex-chefe de espionagem Ali Mamlouk, segundo pessoas próximas, vive em um apartamento em Moscou às custas da Rússia.