Com os dados de julho, o IPCA passou a acumular alta de 4,44% em 12 meses, após marcar 4,64% até junho. "Os cortes, precificados em algumas casas, deixam de ser certo quando recebemos uma ata com um tom mais duro. E juros altos por mais tempo acabam sendo um veneno para a Bolsa". As previsões para os próximos três anos são de 12% (2027), 10,5% (2028) e 10% (2029). O aumento repercute o temor de uma inflação persistente entre analistas, que projetam o Copom mantendo os juros em patamares elevados por mais tempo ou com cortes mais espaçados.