A cidadania por nascimento é garantida pela 14ª Emenda à Constituição dos EUA, ratificada em 1868, após a Guerra Civil. A ordem assinada por Trump em janeiro de 2025 foi imediatamente contestada na Justiça e bloqueada por tribunais inferiores, sem nunca entrar em vigor. Segundo o governo, elas apenas ampliam exceções históricas à cidadania por nascimento e combatem práticas consideradas abusivas, como o turismo de nascimento. A ACLU, que voltou à Justiça contra o governo, sustenta que uma ordem executiva não pode alterar o significado da Constituição. A entidade afirma que a Suprema Corte já decidiu sobre a proteção à cidadania por nascimento e que a nova tentativa de Trump busca contornar o julgamento.