O acordo previa que o Hamas iniciasse o desarmamento e que Israel suspendesse os ataques e começasse a retirar-se dos cerca de 60% do território de Gaza que controla atualmente. Eles disseram que apenas o comitê tecnocrático que governará Gaza teria autoridade para contabilizar e apreender as armas do grupo. Nesta terça, porém, Netanyahu reiterou sua posição de que o desarmamento deve ocorrer primeiro, antes de qualquer remoção de tropas. Em uma primeira versão, posteriormente corrigida, mencionava-se uma “retirada total” das forças. Em declaração conjunta, o trio condenou “as violações contínuas” de Israel em Gaza, “em particular o ataque a centros e infraestruturas de saúde e as vítimas entre a população civil, incluindo mulheres e crianças”.