Apesar de serem maioria entre os profissionais formados em cursos audiovisuais, as mulheres ainda enfrentam baixa representação nos cargos de liderança das obras cinematográficas produzidas no Brasil. Ela defende a criação de indicadores e metas, como a de alcançar 30% de mulheres em roteiro e direção de longas-metragens até 2030. O levantamento também indica que, em 2023, 231 longas-metragens brasileiros foram dirigidos exclusivamente por homens, enquanto 52 tiveram direção feminina. Nos roteiros, os homens somaram 165 trabalhos, contra 41 assinados por mulheres. Para Minom Pinho, essa distribuição reflete estereótipos ainda presentes no cinema e limita a presença feminina na condução das narrativas.