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Mendonça autoriza segundo inquérito da PF contra Lulinha por suspeita de tráfico de influência
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Jornal de Brasília
Desta vez, a PF busca entender se ele agiu junto à Dataprev (Empresa de Tecnologia e Informações da Previdência), para beneficiar um empresário.
A PF chegou ao empresário ao investigar os desvios do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social).
Afirmou ainda que ele não atuou em benefício de ninguém em nome do governo federal e que a PF não encontrou provas contra Lulinha.
A defesa de Careca do INSS afirmou não ter conhecimento sobre o pedido e não comentou.
O Ministério da Saúde afirmou que não tem nem nunca teve contrato com a World Cannabis ou com acionistas citados.