O movimento marca um rompimento de Aro com o grupo político de Romeu Zema – presidenciável do Novo – que tem Simões como candidato à reeleição estadual. O ex-secretário negocia um arco de alianças que inclui o PL, dando palanque para o senador Flávio Bolsonaro no segundo maior colégio eleitoral do País. A candidatura de Aro, que já vinha sendo gestada nos bastidores, ganhou força após o Republicanos rifar o senador Cleitinho Azevedo (Republicanos), líder nas pesquisas. Pelo arranjo articulado por Aro, ao Republicanos caberia a outra vaga ao Senado. Mesmo após deixar o governo, Aro manteve aliados no governo que devem pedir exoneração, selando o desembarque.