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‘À medida que o crime se profissionaliza, mortes violentas deixam de ser bom negócio’, diz assessor do governo
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Jornal de Brasília
Isso faz com que a gente entenda porque as mortes violentas caem, mas a percepção da violência continua ou até aumenta.
Há casos em que a reocupação [estatal] impede o desenvolvimento de capacidades econômicas, o que é contraproducente no enfrentamento ao crime organizado.
Todas as sociedades em que o crime pôde ser controlado são também aquelas em que as garantias e direitos constitucionais são respeitados.
Isso é possível porque, à medida em que o crime se complexifica e se profissionaliza, passa a atuar em mercados legais que exigem discrição.
Isso não só é uma questão brasileira, é uma questão que ocorre no mundo inteiro.