Foi também argumentado que, no cenário de queda da taxa básica de juros cair no país, haverá “um boom” de investimentos no País. Diminuir o gasto obrigatório, manter a nossa regra de gasto do arcabouço, ou mesmo endurecê-la um pouco mais para dar esse sinal de credibilidade. O Estado tem que ser solução, tem que ser útil para as pessoas”, declarou. Logo, na avaliação do ministro, falar em recessão é um exagero. Não é um desafio urgente, iminente, que vai quebrar o País ano que vem, porque não se trata disso.