Em seu discurso, Tarcísio, que foi preterido por Bolsonaro para o Planalto, disse que “Flávio está aqui não pelo sobrenome” e que família é algo sagrado. Afirmou ainda que a esperança está com Flávio, “uma pessoa que vai honrar o pai e o legado” e será “o maior presidente da história”. Disse que “vai ser todo dia estressante” e que tem gente da direita que acredita “que a gente tenha feito um acordo com o sistema”. Disse, também, que o grupo será o porta-voz da mensagem de Bolsonaro e que a “grande responsabilidade” assumida por Flávio será compartilhada por todos, para que o “fardo” se torne mais leve. No mesmo encontro, ele também pediu para que todos os países mandem “a maior quantidade de observadores possíveis para as nossas eleições”, assim como “pessoas que tenham conhecimento sobre essa tecnologia”.