Nesta sexta-feira, 24, a defesa apresentou recurso contra decisão do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), que proibiu manifestações político-eleitorais e visitas. A decisão de Moraes, tomada em 17 de julho, suspendeu por 30 dias o direito de visitas de Bolsonaro. Segundo os advogados, Moraes teria ampliado o alcance da norma constitucional ao equiparar a suspensão à censura prévia sobre manifestações. A peça também menciona que Lula recebeu, durante o período em que esteve preso, visitas de políticos e ex-chefes de Estado, sem que essas visitas fossem consideradas incompatíveis com a pena. Caso o ministro mantenha a decisão, os advogados pedem que o recurso seja julgado pela Primeira Turma do STF.