As menções ao empresário são feitas em relatório da PF que também pediu a inclusão do ministro Moura Ribeiro, do STJ, nas apurações. Procurado por mensagem, o empresário Luiz Estêvão disse que não teve acesso ao material e que não poderia falar sobre algo que não viu. Procurado por meio da assessoria do STJ, Moura Ribeiro disse que “desconhece a existência de investigação instaurada sobre decisões que tenha proferido”. Em maio, a PGR (Procuradoria-Geral da República) denunciou nove pessoas na investigação sobre suspeita de vendas de decisões judiciais no STJ. Também foram denunciados um ex-servidor do STJ que trabalhou em diversos gabinetes, e o ex-chefe de gabinete da ministra Isabel Gallotti.