Apesar da negativa, a juíza Elizabeth Machado Louro determinou a suspensão dos efeitos da decisão até o julgamento do habeas corpus apresentado pela defesa. Com isso, também ordenou que o Ministério Público interrompa qualquer providência para a perícia do aparelho. A apreensão do celular tem como objetivo verificar se Jairinho tentou interferir no andamento do processo. No mesmo julgamento, Monique Medeiros da Costa e Silva teve o crime desclassificado para homicídio culposo e recebeu perdão judicial. Ela também foi condenada a um ano e quatro meses de prisão por omissão em relação à tortura sofrida pelo filho, pena considerada encerrada porque já havia cumprido tempo de prisão preventiva.