A expectativa do governo Lula (PT) é que o mecanismo resulte em descontos de pelo menos 50% em relação ao que foi ofertado inicialmente, segundo a secretária de Ciência, Tecnologia e Inovação em Saúde da pasta, Fernanda De Negri. O ministro Alexandre Padilha espera ver o comitê intermediando uma negociação de preço no alto custo ainda neste ano. Também é necessário justificar tecnicamente por que adotar a medida e demonstrar que o Estado pode ter prejuízo caso a confidencialidade não seja adotada. A estratégia de negociação no alto custo tenta enfrentar um custo crescente no orçamento da saúde pública brasileira. O Ministério da Saúde compra anualmente R$ 31 bilhões em medicamentos e vacinas.