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‘Pequenas Criaturas’, drama familiar, tropeça com moralismo banal
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Jornal de Brasília
Helena agora vive com os dois filhos num condomínio de classe média.
É uma mulher de classe média e de meia-idade nos anos 1980 do século passado.
Há Angela, personagem de Letícia Sabatella, a “mulher livre”, que, sabemos, já teve um caso com um fulano da região.
Há até um homem solitário com todo jeito de querer amizade e talvez mais do que isso com o filho menor.
Mas não resolve a maior parte dos problemas do filme, que, aliás, prejudicam seus pontos mais fortes.