O projeto será inicialmente testado na escola municipal José Parente Prado, no Sumaré, bairro da periferia onde vivem famílias em vulnerabilidade social. O sistema de reconhecimento facial estará interligado a um aplicativo que monitora a estrada e saída dos alunos. Desta forma, assim que o estudante acessar ou deixar a escola, os pais receberão uma notificação. O custo do sistema varia entre R$ 6.000 e R$ 8.000 por escola para a prefeitura. O secretário da Segurança e Defesa Social do Ceará, Roberto Sá, afirmou que o detido é um dos autores dos disparos que atingiram os estudantes.