Volto a propor mudanças na política econômica brasileira para solucionar os elevados juros governamentais, responsáveis por 95% do déficit nominal de R$ 1 trilhão em 2024. A dívida líquida do setor público passou de R$ 208 bilhões em 1995 para R$ 7,316 trilhões em 2024, aumento de R$ 7,1 trilhões. Esta foi a maior inovação do Plano Real, que debelou a hiperinflação sem congelamentos e de forma anunciada. Sugiro ainda política cambial de bandas para reduzir a volatilidade das cotações e, assim, o risco cambial, que integra o risco financeiro total. O editor, Michael França, pede para que cada participante do espaço "Política e Justiça" da Folha de S. Paulo sugira uma música aos leitores.