Para escolher os participantes, funcionários vão até penitenciárias do Rio de Janeiro para a triagem. Privado da liberdade desde 2007, Daniel viu no projeto uma maneira de mudar de vida e trazer sustento para sua família. Hoje eu almejo coisas bem maiores para o futuro e penso em dar uma vida melhor para a minha filha". O supervisor Cláudio Brandão, que acompanha as equipes diariamente, afirma que os resultados são perceptíveis no contato com os detentos. Atualmente, cada equipe de 10 a 15 pessoas conta com um supervisor exclusivo.