Sempre que vejo um cobrador de pênalti bater no estilo cavadinha, penso: isso é realmente necessário? É um chute sutil, sem força. Não foi a primeira vez que um corintiano desperdiçou pênalti ao tentar a cavadinha. A diferença é que Memphis e Pato tentaram a cavadinha fracassada em jogos fora de casa, não diante da Fiel. Sou conservador nesse ponto: pênalti é coisa séria, e o batedor tem que minimizar ao máximo o risco de desperdício.