Foi apenas administradora e gestora de um fundo, a qual eu fui muito agradecido na época porque a empresa estava começando. Eu falava, ‘João [Mansur], eu não quero uma sociedade onde eu não sei com quem falar. Vem você representar o fundo no meu conselho, pelo menos, para eu ter um sócio relevante'”, explica Justus. Chegou o momento em que desfizemos o contrato”, relembra Justus. Ele não tinha nada, era um banqueiro agressivo, que eu conhecia, um menino super do bem, eu conheço ele desde pequeno.