O cálculo é que, se Caiado ou outro nome conservador não quiser ser coadjuvante, necessariamente entrará em rota de colisão com Flávio por disputarem o mesmo eleitorado. “O [ex-]presidente entende que é uma candidatura que soma também com esse projeto, e no final vai estar todo mundo junto contra o PT, não tenha dúvida disso. “Certamente Caiado não vai estar com Lula no segundo turno, é uma garantia de apoio a Flávio”, diz à reportagem o auxiliar de Tarcísio, que é próximo dos filhos de Bolsonaro. O acordo é que Kassab defina qual dos três será seu candidato até abril e que os preteridos apoiem o escolhido. Lá, a ideia é do PSD é atrair o MDB e o PP.