Uma análise de documentos encontrados com os suspeitos identificou que mais de R$ 98 milhões foram movimentados pelo grupo em três anos. Em ocasiões anteriores, advogados dos mesmos suspeitos preferiram não comentar o caso, afirmando que não tiveram acesso aos detalhes da investigação. Braga é tratado na investigação como uma liderança no esquema de lavagem. A investigação identificou que ele movimentou ao menos R$ 17 milhões em pouco mais de dois anos, mas estima que esse valor seja apenas parte do total vinculado ao esquema. Já a acusação de tráfico de drogas pesa contra dois suspeitos que estão ligados a Neném.