Só uma, porém, teve um saldo de criação de vagas formais maior em 2025 do que em 2024. Enquanto isso, a geração de vagas foi 14,1% menor nos serviços na comparação de janeiro a julho deste ano com igual intervalo do ano passado. “O que a gente tem é uma desaceleração, e não uma destruição de postos de trabalho”, afirma Janaína. “Acaba fazendo com que os agentes econômicos mudem as suas decisões de investimento no curto e no médio prazos”, diz Janaína. A economista afirma que a criação total de vagas com carteira tende a seguir mostrando uma trajetória de desaceleração no Brasil.