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Em anos de eleição, desmatamento cresce na mata atlântica, diz estudo
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Segundo uma pesquisa publicada, nesta segunda-feira (28), na revista Conservation Letters, anos eleitorais apresentam, em comparação aos períodos sem eleição, um aumento de desmatamento de cerca de 3.652 hectares para os pleitos federal e estaduais, e de 4.409 hectares para os com eleição municipal. A comunidade científica já alertava, a partir da ascensão de Jair Bolsonaro (sem partido) e seu discurso antifiscalização ambiental durante a eleição de 2018, que o desmate poderia crescer em consequência da ideia de um tipo de "salvo-conduto" para derrubar a mata. Entre os possíveis motivos estão o relaxamento de regras para prática de agricultura, mineração e construção, a redução de áreas protegidas, a diminuição de fiscalização e a sinalização de impunidade para desmatamento.