A prática tem nome, autodefesa informacional: o investigado, titular dos próprios dados, usa os direitos que a lei lhe dá para reconstituir, por fora do processo, o acervo que interessa à sua defesa. O que o STJ acabou de dizer, e o que não disseO momento é bom para essa conversa. E não se lhe pode exigir que demonstre que o material omitido a favoreceria, porque exigir prova do conteúdo que ela nunca viu é exigir prova impossível [3]. Na prática, a intimação dessa testemunha é um formulário. De todas as testemunhas do processo, essa é a única que não depende de convencer o adversário a entregar.