Em 2026 teremos eleições presidenciais, saudável resultado de uma democracia jovem, mas que nós, brasileiros, conquistamos com muito esforço. O equilíbrio entre os Poderes da República, que a Constituição Federal diz serem “independentes e harmônicos entre si”, há que ser restaurado. Há indícios de que não teremos falta de candidatos, o que é bom. Não conseguindo, alegarão que “eleição em que não posso ser candidato não vale”. A expectativa de que os inelegíveis terminem por apoiar algum candidato que prometa futura anistia ou perdão poderá mitigar o problema?