O Fim da Rua é seu primeiro filme protagonizado por uma família nuclear, apesar do subúrbio ser um interesse seu de longa data. A aventura mostra como esses parentes estão — ou não estão — se comunicando, e queria ver como uma ameaça tão colossal afetaria essa dinâmica. Sinais (2002), de M. Night Shyamalan, é uma referência mais recente. Acho que as obras dessa época conseguiam fazer com que os espectadores se conectassem ao espetáculo por meio da construção de personagem e o cuidado nos bastidores. Há, certamente, espaço para franquias e sequências na indústria, mas é maravilhoso poder criar algo original e dar ao planeta algo que ainda não foi visto.