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Caso INSS tem quatro delações represadas sem definição da PF e da PGR
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oglobo
As investigações das fraudes do INSS mantêm represadas há mais de quatro meses quatro propostas de colaboração premiadas de personagens-chave do escândalo, sem serem rejeitadas e nem homologadas pela Polícia Federal (PF) e a Procuradoria-Geral da República (PGR).
Fontes da PF confirmam que as negociações estão em curso e afirmam que há interesse nas delações, que ainda estão na fase da discussão dos benefícios e contrapartidas.
Personagens-chaveOs quatro potenciais delatores do INSS estiveram no centro da organização criminosa que orquestrou o esquema de desvio do dinheiro dos aposentados.
Dos personagens-chave já identificados e presos pela PF, apenas Antonio Carlos Antunes, conhecido como “Careca do INSS”, e o ex-presidente do INSS Alessandro Stefanutto não tentaram negociar com a PF.
Para a PF, os saques representam “condutas graves relacionadas à dilapidação patrimonial” do empresário, investigado por lavagem de dinheiro, ocultação de patrimônio e formação de organização criminosa.