Eu estava com o Mário Prata no bar Balcão em São Paulo quando um homem se aproximou. Eis que amanhã eu estou de volta a Sampa para lançar meu livro de crônicas, “O algoritmo sou eu”, na Livraria Martins Fontes da Paulista. E, diferentemente da Tamara Klink, que pediu para não comprarem o livro dela, eu peço para comprarem os meus. Elogios, assinatura de jornal e livros vendidos abrem meus chacras da escrita e eu retorno com um texto potente. Escrever é um privilégio, mas não é fácil.