A transação ocorreu após falhas em duas tentativas anteriores de privatização, ambas com preços mínimos de R$ 81 milhões. Após a venda, o governo baiano gastou R$ 93 milhões nos sete anos seguintes para quitar dívidas da empresa — um valor 6,2 vezes superior ao montante da privatização. O comprador obteve exclusividade para operar o programa por 15 anos, com autorização para que servidores comprometessem até 30% do salário líquido com o produto. Em 2024, segundo a Receita Federal, o banco obteve R$ 1,6 bilhão com a revenda de carteiras de crédito do programa. Em entrevista recente, admitiu, porém, ter solicitado ao empresário Augusto Lima que adquirisse um imóvel de luxo em Salvador por R$ 2,5 milhões, com intenção de recomprá-lo posteriormente.