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O ‘banho de lama’ eleitoral que deve vir à tona após caso Marcola atingir entorno de Lula
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VEJA
O colunista Robson Bonin analisa que o novo chefe de gabinete tem a missão de ser discreto, enquanto o caso Marcola continua a ser munição eleitoral.
Segundo Bonin, o caso de Marcola tornou-se uma fonte de “dor de cabeça” para Lula pela “mistura de interesses estranhos ao que é a atividade pública”.
Na avaliação de Bonin, Malatesta Neto assume com uma orientação bastante objetiva: evitar protagonismo.
“Tudo que acontece na política, ainda que não seja algo relacionado à eleição, é traduzido e levado para o campo eleitoral”, disse.
Para Bonin, a tendência é que a disputa entre os dois polos se torne mais agressiva conforme a eleição avança.