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Cota de carne para a China freia frigoríficos, mas ritmo volta a acelerar em outubro, projeta Bradesco. Confira
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oglobo
A indústria frigorífica já planeja férias coletivas e redução no ritmo de abates, diante do esgotamento da cota de exportação de carne bovina sem sobretaxa para a China.
A estratégia se explica pela necessidade de retomar a produção com antecedência suficiente para que os embarques ocorram em meados de novembro, diz o relatório do banco.
Com o tempo de trânsito até a China, essas cargas chegariam em janeiro de 2027 e passariam a ser contabilizadas na nova cota anual, fixada em 1,128 milhão de toneladas.
Em comunicado publicado nesta segunda-feira, o Ministério do Comércio da China informou que as importações de carne bovina do Brasil atingiram 90% da cota estabelecida para este ano.
O limite é de 1,106 milhão de toneladas, com tarifa de 12%.