A indústria frigorífica já planeja férias coletivas e redução no ritmo de abates, diante do esgotamento da cota de exportação de carne bovina sem sobretaxa para a China. A estratégia se explica pela necessidade de retomar a produção com antecedência suficiente para que os embarques ocorram em meados de novembro, diz o relatório do banco. Com o tempo de trânsito até a China, essas cargas chegariam em janeiro de 2027 e passariam a ser contabilizadas na nova cota anual, fixada em 1,128 milhão de toneladas. Em comunicado publicado nesta segunda-feira, o Ministério do Comércio da China informou que as importações de carne bovina do Brasil atingiram 90% da cota estabelecida para este ano. O limite é de 1,106 milhão de toneladas, com tarifa de 12%.