Cinquenta e dois anos depois, sua trajetória é narrada em Honestino, documentário dirigido por Aurélio Michiles, amigo pessoal do líder estudantil. “Honestino foi sequestrado e assassinado, deixando essa dor para a família e para a sociedade brasileira, além de uma mácula na democracia. Para o diretor, o atual cenário político foi determinante para colocar o projeto em prática. Na verdade, somos mobilizados pela atmosfera em que estamos imersos. Faltava exatamente esse momento em que vimos pessoas acampando em frente a quarteis, pedindo a volta da ditadura”.