É necessário o elemento humano para “cheirar” o risco, para fazer as perguntas, para ligar pontos que os algoritmos ignoravam. Porém, quando se desce ao chão de fábrica dos negócios, a dúvida que paira é incômoda: haverá coragem para implementar o que é verdadeiramente necessário? Eles terão a espinhosa missão de fazer perguntas inconvenientes sobre “sinais” estranhos que não batem com a realidade ou com uma explicação sobre a realidade. Continua após a publicidadeO que a comunidade de negócios legítima brasileira está com dificuldades de compreender é que o grau de infiltração do crime organizado é tamanho que deixou de ser excepcional. A realidade nua e crua, no entanto, é que essa mudança dificilmente acontecerá de forma proativa e espontânea na maioria dos casos.