Responsabilizaram Garotinho por, conforme a acusação, atuar para viabilizar a substituição do contrato anterior. A defesa de Garotinho, por sua vez, tentou ir até o Supremo Tribunal Federal (STF) e pediu a suspensão dos efeitos da condenação. A defesa do ex-governador disse, em nota, que "contesta, com veemência" o teor do despacho assinado nesta segunda-feira por Cyfer. A condenaçãoA investigação concluiu que Garotinho teria intercedido para que fosse rompido o então vigente contrato com a Fundação Escola de Serviço Público (Fesp), que administrava o programa estadual, abrindo caminho para o acordo com a Pró-Cefet. Esta é a quarta vez que Garotinho se candidata a governador do Rio nos últimos 30 anos.