Redução de custos, juros elevados, digitalização e modelos de trabalho mais horizontais diminuem os níveis hierárquicos e concentram responsabilidades em um número menor de gestores. Com menos posições disponíveis, a passagem para a gestão deixa de ser uma consequência previsível do tempo de carreira e se torna uma disputa por competências mais amplas. Para os gestores, isso significa responder por estruturas mais enxutas, decisões mais rápidas e problemas que combinam pessoas, tecnologia e negócio. Ao mesmo tempo, precisa conduzir pessoas durante a mudança e traduzir os efeitos da tecnologia para os objetivos da organização. Torna-se uma condição para que empresas preservem conhecimento, formem sucessores e mantenham capacidade de execução diante das mudanças provocadas pela tecnologia.