“O que esses dados nos mostram é que a política partidária funciona para um jovem como um funil. Em 2024, quase 30 mil jovens se candidataram, mas, nessas mesmas eleições, a juventude se elegeu menos. De acordo com a pesquisadora, a diferença é mais do que o dobro entre a faixa etária que mais se elege. Os dados da pesquisa permitem afirmar que ser mulher e jovem é, simultaneamente, a combinação que mais dificulta a conversão da candidatura em mandato. Considerando o recorte racial, uma jovem mulher negra tem pouco mais de um décimo da chance de eleição de um jovem homem branco.