Há tempos a política institucional, constantemente assediada por intervenções estrangeiras ou pela corrupção da elite do país, não desperta muito entusiasmo. Uma exigência que, mais uma vez, destoa da realidade atual do país, em que o próprio deslocamento até um centro eleitoral pode ser um risco de vida. “Não adianta correr para fazer uma eleição em que não há nenhuma chance de as pessoas decidirem algo. Não se sabe ainda o conteúdo dessas modificações, mas o próprio resultado do referendo poderia anular o das eleições. Por fim, é imprescindível olhar para a diáspora, que se encontra completamente apartada desse processo eleitoral.