O problema é que, quase na mesma velocidade, chegam os comentários dizendo que “ninguém assiste”, que “ninguém liga”, que “aquilo nem deveria ser chamado de futebol”. O desafio agora é construir uma relação que não dependa de uma eliminação dos homens, nem tampouco da chegada do Mundial. Há décadas, as jogadoras dizem o que falta para que a modalidade avance. O que reivindicam é que seu trabalho seja levado a sério. Valorizar o futebol de mulheres é reconhecer que elas são as maiores especialistas na própria história.