O texto também prevê que, sempre que possível, as vacinas sejam administradas individualmente e em consultas médicas diferentes. A proposta, porém, enfrenta uma dificuldade, já que vacinas infantis individuais contra sarampo, caxumba e rubéola não estão atualmente disponíveis nos Estados Unidos. O adiamento de doses, portanto, pode aumentar o período em que uma criança permanece suscetível a infecções. A ordem também não permite ao governo federal determinar diretamente as regras de vacinação para a frequência escolar. Décadas de pesquisas não encontraram evidências de que vacinas infantis causem autismo.