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O pôquer verbal de Lula e Flávio Bolsonaro quando o assunto é o ajuste fiscal
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VEJA
Candidatos à Presidência, como Lula e Flávio Bolsonaro, são pressionados a apresentar planos concretos para controlar os gastos e a trajetória fiscal, enquanto o mercado aguarda medidas claras.
Em dezembro de 2022, último mês do governo Bolsonaro, a dívida bruta equivalia a 71,7% do PIB.
Já a Instituição Fiscal Independente, vinculada ao Senado, calcula que a dívida chegue a 100% do PIB em 2032.
Investidores privados comprariam essa carteira, repassando à União recursos que só entrariam em seus cofres no futuro.
A administradora também defende a criação de um fundo imobiliário para explorar cerca de 700 000 imóveis pertencentes ao governo federal.