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Vaivém dos eleitores independentes prenuncia disputa indefinida até o fim
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VEJA
O comportamento dos eleitores independentes é crucial, pois suas preferências flutuam conforme crises e agendas positivas dos presidenciáveis.
Entre eles, destaca-se o comportamento dos eleitores independentes, que são considerados decisivos para o resultado final da eleição.
Daí, a facilidade dos independentes para migrar de um lado para outro, influenciados por agendas positivas ou crises dos presidenciáveis.
Em abril, 36% dos independentes diziam que não votariam na eleição, 33% declaravam apoio a Flávio Bolsonaro e 26% a Lula.
Na Genial/Quaest divulgada na quarta-feira 5, a preferência dos independentes por Lula caiu para 33%, ou sete pontos a menos do que em julho.